Já que eu fiz um post falando sobre os mitos e dificuldades de começar no pole, resolvi contar a minha historinha de como eu comecei, acho que vai ser um pouco longa, então vou dividir os posts! Espero que gostem. 😉

Conhecendo o Pole

Eu comecei no pole quando eu tinha 28 anos, logo após uma consulta com minha ginecologista. Ela costuma pedir vários exames de rotina todo ano, dentre eles, hemograma completo, nessa consulta, os exames deram algumas alterações que eram relacionadas a má alimentação e falta de exercícios físicos, estava bem acima do peso, mas o que mais me deixou chateada foram as alterações no exame, já que eu sempre estive acima do peso mas nunca tive problemas de saúde que provinham disso.

Minha médica, que é um amor, falou pra mim que eu era muito nova pra ficar com alguma doença que tivesse que tomar remédio pro resto da vida, e que eu deveria começar uma atividade física. Ela foi uma graça, em nenhum momento falou de dieta, somente de exercícios. Já que, estava sedentária havia uns aninhos já.

Quando era mais criança pratiquei vários esportes/danças (Natação, ballet, lambaeróbica [SIM KKK], vôlei entre outros que nem lembro] porque que minha mãe sempre me matriculou, e quando adolescente era viciada em Pump it Up, aquelas maquininhas de dança do shopping, sabe? Que apesar de ser “só um jogo”, era um baita dum exercício, depois engravidei e com 18 anos tive uma filha, depois disso, que eu me lembre, nunca mais pratiquei nada, fazia apenas dietas (principalmente as doidas de internet) quando o peso me incomodava.

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isso é uma pump pra quem não sabe rs

Depois dessa consulta, conclui que a médica estava certa, inclusive, era muito incômodo ter que ficar fazendo dietas sempre que decidia perder peso.  Mas eu não queria fazer academia, nunca gostei. Nem sou fã de esportes ou correr na praia, como todo mundo sugere, já que moro em Santos/SP.

Então eu simplesmente, na maior ingenuidade da minha pessoa, comecei a procurar no Google exercícios “diferentes”, ligados a circo e/ou dança. Inclusive inicialmente pensei em fazer lira ou tecido, antes de pole, mas lendo sobre pole dance, me interessei e busquei uma aula experimental na minha cidade. Lógico que primeiro fiz mil perguntas pra professora que me atendeu pelo whatsapp, se tive restrição de peso, se eu já tinha que ter algum preparo físico, e fui orientada que não, e que ela marcaria uma aula experimental num dia que tivessem poucas alunas pra eu ficar mais confortável.

A minha primeira aula deve ter sido divertidíssima, eu fui super bem e por isso me apaixonei pelo pole, certo? ERRADO. 

Minha primeira aula foi um desastre!! Eu fiquei praticamente 45 minutos depois do aquecimento (no qual eu morri, obvio) simplesmente tentando sustentar o meu peso e colocar os dois joelhos no pole! (pra quem conhece, só o INÍCIO do giro bombeiro simplezinho). Uma das coisas que me marcou, foi que uma aluna que estava esperando pra próxima aula, viu minha dificuldade, deu dicas pra ajudar e ainda incentivou falando pra eu não desistir, ou seja, meu início de contato com a maravilha das mulheres do pole que só sabem se incentivar. <3

Continuando, por curiosidade mais pra frente, minha professora me contou que achou que eu ficaria frustrada e não continuaria no pole, já que minha primeira aula foi bastante sofrida, pra surpresa dela, me matriculei e fiz um plano de 1 ano de aula logo de cara! Pensa numa pessoa teimosa! O negócio era difícil, eu NÃO consegui fazer nada de primeira e ainda deixou um roxo gigantesco na minha perna!

Mas eu simplesmente coloquei na minha cabeça que eu queria fazer aquilo, inclusive me comprometi com UM ANO de aula. hahaha

E foi assim que eu conheci e entrei esse mundo maravilhoso!

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Foto de 01/08/2016 – a 1a foto no pole que eu tive coragem de postar! Com mais ou menos 03 meses de aula, e ÓBVIO que eu não invertia sozinha, o professor que me colocou nessa posição. Como vocês vão descobrir mais pra frente eu tive MUITA dificuldade em inverter, demorou praticamente um ano pra inverter sozinha.

 

Continua… 😉

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